sexta-feira , 22 setembro 2017
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Não temas, eu sou teu Deus, o provedor

E chamou Abraão o nome daquele lugar: o Senhor proverá; donde
se diz até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá.” Gênesis 22:14

A ausência é um estado detestável, pois não gera prazer, não prevê soluções, não gera expectativas, só contempla a frustração. Diante de tal situação, o apelo bíblico é para que continuemos a confiar em Deus. Tal confiança será exigida em momentos de real desafio, tal qual ocorre com Abraão. Obviamente o texto bíblico não induz ou sugere qualquer permis­são para o sacrifício de crianças, antes, objetiva nos ensinar como é que devemos confiar e esperar em Deus, igualmente Isaac e Abraão fizeram. Ambos caminharam juntos em direção ao monte onde cultuariam a Deus sem ter para si todos os elementos necessários, pois guardavam em si tudo o que era preciso, a saber, uma consistente e poderosa fé em Deus.

UMA FONTE ETERNA E INESGOTÁVEL
Todas as nossas necessida­des foram, são e serão supridas por um Deus que é eterno. Não há nada que surpreenda a Deus, não há coisa alguma que lhe fuja ao controle, antes, Ele tudo sabe e conhece. A onisciência divina nos deve servir como refrigério diante da privação, ausência ou tribulação, pois antes mesmo de nossas necessidades surgirem, Deus se incumbe de saná-las e assim o faz no momento exato.

PARA NOS ENSINAR
O apóstolo Paulo relata que já passou por di­versas dificuldades e tribulações e que tais experiências o ensinaram que tudo é possível se estivermos firmes em Deus, quem nos fortalece – Fili­penses 4:12-13. Perceba que o apóstolo se expressa afirmando que apren­deu a viver em situações de total abundância e total ausência. Ele atentou para as lições que aprenderia, e mesmo que o processo incluísse a fome, se alegra, pois Deus logo iria socorrê-lo.

PARA NOS FAZER AGIR
Ao escrever aos coríntios, Paulo cita a Igreja reunida na Macedônia como exemplo de disposição e entrega. Afirma que os irmãos se alegraram e se esforçaram a fim de contribuir com a Igreja reunida em Jerusalém, dando tudo e indo além do que podiam para so­correr aos que precisavam. Precisamos entender que aquilo que está sob nossos cuidados, a saber, casa, carro, dinheiro e demais bens, só servem para servir. Isso em nada demoniza aquele que tem, mas nos instrui que tudo o que temos é para servir a Deus, e isso ocorre quando nos entrega­mos antes de entregarmos o que temos – II Coríntios 8:1-7

CONCLUSÃO
O suprimento necessário para o sucesso do meu ir­mão, por vezes estará sob meus cuidados. Isso me torna responsável e consciente, a fim de administrar com sabedoria tudo aquilo que o Senhor tem me proporcionado. E se um dia a ausência de algo vier sobre mim, em Deus descansarei, em Deus confiarei e diante da tribulação eu O glorifica­rei rendendo-lhe o culto que lhe é devido.

Texto referente ao 3º dia da campanha “12 dias de clamor para 12 meses de bençãos 2015″.
Comentários: Pr Isaías Soares e Raquel Santos (TBC)
Editora OBPC e Conselho Nacional OBPC

Sobre Sandro Mendes

Cristão. Doido. 100% dependente de Jesus Cristo. Privilegiado. Eleito. Predestinado pela multiforme Graça de Deus. Um corpo com a Kátia (eva providenciada por Deus). Pai do Lucas. Estudante de Teologia pela FTSA (Faculdade Teológica Sul Americana). Designer Gráfico da agência Logos Design e apaixonado por tecnologias. Desde 1995 atua no mundo de TI.

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